domingo, 26 de abril de 2015

Ricardo Coutinho: Uma metamorfose ambulante

Quando nascemos, os primeiros passos são sempre acompanhados pelos nossos pais, e de acordo com o crescimento, começamos a receber os primeiros conselhos, o de ser trabalhador, respeitador e honesto. Essa é também a tônica do eleitor quando dar seu voto a qualquer político que vai nos representar, seja no legislativo ou no executivo. E ai, não temos nenhuma dúvida de falarmos do zelo com os recursos do cidadão paraibano por parte do Governador Ricardo Vieira Coutinho, que tem feito um governo austero, porém, profícuo, com um modelo inovador e eficaz de administrar.
O governo do Estado tem mostrado ao Brasil que aquela Paraíba, antes vista como um Estado retrógrado, acabou; pois, já estamos em outro patamar, cujo o objetivo é o de buscar o desenvolvimento visando a acompanhar os nossos vizinhos estados, como Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco, tendo em vista o quanto estes avançaram nas últimas décadas, deixando a Paraíba na retaguarda.
Para o avanço paraibano foram necessárias algumas medidas amargas, no início do primeiro governo, em que foram quebrados paradigmas existentes em governos anteriores. Hoje, qualquer cidadão, por mais ingênuo que seja, já observa, uma mudança considerável no governo ricardista. Está mais do que claro que a paraíba de hoje vem tomando um novo formato de Estado; prova disso é o ritmo acelerado e consistente do desenvolvimento aplicado pelo chefe do executivo estadual, que tem sido o grande responsável por essa metamorfose, a qual tem colocado a paraíba em lugar de destaque.
Um dos fatos marcantes do governo de Ricardo Coutinho tem sido a integração do povo paraibano. Ele tem gerado facilidades, essencialmente, ao menos favorecidos, como os que vivem nas pequenas cidades e em lugares longíncuos, quando ao construir estradas e, ainda mais, asfaltadas, faz com que muitas pessoas, agora possam visitar seus parentes e amigos que há tempo não os avistavam. Ademais, tem melhorado a qualidade de vida daquele povo, deixando, de uma vez por toda, o enclausuramento, dando-lhes liberdade plena.
Ricardo não para, além de realizar sonhos dos moradores do sertão, vale do piancó, cariri, agreste, vale do mamanguape e curimataú, com estradas, barragens e hospitais, vai ao brejo, e inspirado no grande governador paraibano, João Agripino, faz novamente todo o “anel do brejo”, asfaltando desde a BR230 até Juarez Távora, passando também, pelos municípios de Alagoa Grande, Alagoinha, Mulungu, Cuitegi e toda região de Guarabira. Diga-se de passagem, são obras em que podemos chamar de primeiro mundo, e mais as barragens de Araçagi (região de Guarabira), Pitombeira em Alagoa Grande, e está construindo novamente Camará para atender toda região brejeira. Tudo isso para que as pessoas possam usufruir de água em abundância para beber e viver, e nunca mais, venham a passar por uma catástrofe vergonhosa, como foi aquela de 2004, quando vidas  foram  ceifadas em Alagoa Grande e em Mulungu.
Então fica a pergunta, como é que um governante realiza tantas obras numa região em que foi tão desfavorável politicamente. Mas, esse é o estilo de governar de Ricardo Coutinho, trabalhar sem olhar, quem votou ou quem deixou de votar com ele, o seu objetivo é labutar em prol de todos os paraibanos indistintamente.
Com essa peformance, o governador Ricardo Coutinho, entra para a história, como um dos maiores administradores da paraíba, credenciando-se, cada vez mais, a uma possivel postulação a nível federal, pois tem se destacado como uma liderança nordestina, inclusive, fazendo um papel importante em defesa do nordeste sempre que participa em reuniões na capital federal.
Não surpreendamos, portanto, se nas eleições de 2018, aparecer o nome do governador da paraíba, Ricardo Vieira Coutinho, configurando em umas das chapas majoritárias para Presidente ou vice da república, tendo em vista que seu governo tem alcançado aprovação altíssima, já que tem  logrado  êxito. Para tanto, vem despontando, de forma estratégica, como um provável representante do nordeste em uma possível composição, pelo menos, é o que se observa dentro dessa sua trajetória política. Por enquanto, ficamos torcendo para que ele continue realizando uma administração repleta de sucesso para todos os paraibanos.

José Gildo de Araújo
Jornalista
4780/97

domingo, 19 de abril de 2015

Sobrinho Júnior: Um candidato da mudança?

Muito tem se comentado porque esta coluna, ainda não havia falado sobre, a possível candidatura a prefeito de Alagoa Grande, no próximo ano de Sobrinho júnior.
        Trata-se de um jovem inteligente, comunicativo, hábil, fácil de se relacionar com as pessoas, e mais, dono de um invejável currículo e que carrega consigo uma vontade imensurável de administrar o terra de Jackson do Pandeiro. Para quem não sabe, Sobrinho Júnior tem doutorado na área de engenharia civil, é Professor titular e engenheiro, concursado, da Universidade Federal da Paraíba ( UFPB) entre outros. É mais que evidente que com todos esses apetrechos está mais do que credenciado para governar uma prefeitura do nível da de Alagoa Grande. No entanto, quando se fala em política, as coisas começam a tomar configurações diferentes, pois é preciso ser auspicioso, já que ela é bastante dinâmica.
         Para que esse sonho possa se concretizar, Sobrinho Júnior, vai ter que dialogar muito, principalmente com os partidos, propondo sempre alianças partidárias, algo que deverá ser extremamente ardoroso, já que, de um lado temos o perfeito Bôda, demonstrando, pelo menos, nas " entre linhas", que irá apoiar o vice-prefeito José Wanberto ( Beto do Sindicato), e na oposição também já se começa especular  diversos nomes daqueles que  fazem parte do grupo carneiro.
         Se realmente, Sobrinho Júnior estiver disposto a fazer algumas concessões, deve antes de tudo apagar as arestas políticas que perduram na família, desde a época das eleições, quando ele, de forma até constrangedora não votou no seu pai, Antonio da Silva Sobrinho, que era candidato a vice-prefeito na chapa com Júnior Carneiro, na última eleição para prefeito.
         Apesar de tudo isso, não só ele, como alguns membros de seu convívio  familiar, dizem que sua pre-candidatura a prefeito é irreversível, e que já trabalha a procura de um vice para formalizar sua chapa, pois acredita que o povo alagoagrandense, já não suporta mais esses dois grupos políticos que se reversam no poder a cerca de quarenta anos, e que é preciso oferecer uma nova dinâmica na política-administrativa dentro desse contexto inovador de se votar em quem tem competência e ética. Para isso, é preciso alargar e estender suas tendas políticas nas diversas regiões do município, como a zona rural, buscando lideranças para dar apoio ao seu projeto de governo.
Finalmente, pelo que enxergamos, se Sobrinho Júnior conseguir aglutinar forças políticas para o seu lado, e cair na graça da "mudança", poderemos ter surpresas nas eleições em 2016 em Alagoa Grande. Nunca devemos esquecer de que a nossa terra de vez em quando, reserva algumas surpresas em suas eleições. Só para refrescar a memória, quem não lembra da vitória de José Filgueira Amorim ( Deli Filgueira ), um simples funcionário da prefeitura que teve a coragem de enfrentar e ganhar do  candidato de Dr. João Bosco, Cláudio Régis, na época,onde se dizia que era imbatível. Outro fato desta mesma natureza, se deu quando o ex prefeito Hildon Régis, pai do atual prefeito Bôda, enfrentou, o então candidato Genival Sales Amorim,(Vava), onde, naquele tempo, na década de noventa, se  comentava que era quase impossível uma vitória de Hildon Régis, mas de forma inédita na política alagoagrandense, e talvez no estado, ele, Hildon, visitou todas as residências do município, e sem realizar um comício, derrotou o seu adversário fragorosamente. Em política não se sub-estima  adversário, se respeita.
José Gildo de Araújo
Jornalista
 4580/97

domingo, 12 de abril de 2015

Eleições 2016: Politicamente, Bôda não está “morto”

Os adversários políticos do prefeito Hildon Régis Navarro Filho (Bôda), muitas vezes, ficam empolgados imaginando que politicamente ele está morto. Enganam-se aqueles que pensam desta forma, pois o chefe do governo alagoagrandense já demonstrou em outras oportunidades como resistir, persistir e superar as adversidades enfrentadas em diversos embates políticos com os seus concorrentes, obtendo sempre sucesso. Haja vista o que houve na campanha passada, quando poucos acreditavam numa possível vitória; quando até mesmo as pesquisas iniciais traziam um diagnóstico totalmente desfavorável, mas de forma surpreendente  suplantou o seu concorrente, Júnior Carneiro e chegou a ser o vencedor.
Claro que este mandato, o qual chamamos de Bôda 3, está deixando muito a desejar. Uma gestão extremamente diferente dos outros dois mandatos anteriores, quando era ousado e mais eficaz; hoje, infelizmente, a cidade tem sofrido por falta de um governo mais operante, onde nem mesmo, algumas obras inconclusas deixada pelo prefeito Júnior Carneiro, se quer tiverem solução de continuidade.
O que se presume é que o prefeito Bôda, numa tentativa desesperada de reverter o quadro político, está deixando para a “Última Hora Eleitoral’ a chegada de algumas obras para tentar persuadir os cidadãos alagoagrandenses. Caso assim não proceda, poderá sofrer uma derrota acachapante para as oposições.
Por outro lado, isso não significa dizer que as oposições já possam ficar com o “ôba ôba” de que já ganharam. Pelo contrário, devem ficar ainda mais vigilantes, pois quando se trata de política, e mais em Alagoa Grande, tudo pode acontecer! Nem sempre a lógica funciona, principalmente quando está em jogo um exímio estrategista político da estirpe de Bôda. É preciso respeito a quem nunca sofreu uma derrota nas eleições quando as está disputando.
Só os que sofrem de anosmia política é quem não sente o faro dos fatos políticos de nossa cidade. Basta ter um senso crítico para detectar que as eleições na terra do ex governador, Oswaldo Trigueiro de Albuquerque e Mello, sempre foram bastante acirradas, seja quais forem os candidatos.
Diante do exposto, situação e oposição devem começar a montar suas estratégias, pois as eleições de 2016, pelo menos, em nosso município, já começaram. Vamos ver quem, no final sairá vitorioso.

José Gildo de Araújo
Jornalista
DRT 4580/97

domingo, 5 de abril de 2015

O PREFEITO DE BÔDA É BETO?

O vice prefeito de Alagoa Grande, José Wamberto do partido dos trabalhadores ( Beto do Sindicato ), está “jogando todas as fichas” no compromisso assumido com o prefeito Bôda. Pois, conforme comentários de bastidores da política, em 2010, Bôda prometeu que, em sendo eleito, apoiaria o sindicalista na eleição de 2016, caso este viesse a ser candidato a prefeito do município.
Ainda em 2010, Beto era vice do então prefeito João Bosco Carneiro Júnior, com o qual estava rompido politicamente. Devido a este infortúnio, o sindicalista passou a acreditar que se fosse candidato isoladamente poderia levar à reeleição o seu desafeto, Júnior Carneiro. Para tanto, achou por bem se coligar com o candidato Bôda, trazendo-lhes uma expectativa de vitória, não só naquele ano, mas principalmente em 2016.
No entanto, especula-se que o fardo carregado pelo vice prefeito tem sido bastante pesado, pois tem resistido a várias investidas de alguns algozes que se dizem  correligionários, sempre na tentativa de que aconteça um revés politico, e haja um possível rompimento de Beto com Bôda.
Uma prova de fogo da fidelidade do atual vice com o prefeito foi o seu apoio no ano passado a uma candidatura totalmente fora dos padrões ideológicos do partido dos trabalhadores, a do candidato a governador, Cássio Cunha Lima. Tal postura foi veementemente criticada por petistas e outros aliados que apoiavam o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho. Tudo isso para não desagradar o grupo Régis, pois se assim não fizesse, sua candidatura com o grupo situacionista estaria fadada ao fracasso.
Apesar de todas essas intempéries, o vice prefeito Beto tem se conduzido de forma equilibrada mantendo a “chama acesa” da possibilidade de ser o provável candidato a prefeito apoiado por  Hildo Régis Navarro Filho, Bôda.
Diante de tudo isso, não temos dúvidas, de que há um notório interesse de Beto em lançar sua candidatura de modo irreversível com ou sem o apoio do grupo do prefeito.
De modo geral, vemos que as eleições do ano que se aproxima promete muitas emoções, uma disputa totalmente atípica dos anos anteriores. E não poderíamos deixar de lembrar de um fato inusitado: em 2004, tínhamos um dos slogans de campanha que dizia: “O PREFEITO DE JÚNIOR É BETO”, e para o próximo ano poderemos vê-lo do lado oposto, ou seja, “O PREFEITO DE BÔDA É BETO”. É isso mesmo, estamos falando de política, em que tudo é possível, pois tudo é muito dinâmico. E assim, vamos vivendo e compreendendo como funciona o mundo giratório da política.

José Gildo de Araújo
Jornalista
DRT 4580/97

domingo, 29 de março de 2015

Bosco Carneiro: uma semana midiática

A semana passada foi muito movimentada na vida política do Deputado João Bosco Carneiro Júnior. Primeiro, uma notícia bastante inusitada, quando um meio de comunicação do Estado divulgou que o parlamentar seria um dos postulantes a ser candidato na cidade de Patos nas eleições do próximo ano; notícia que imediatamente foi desfeita pelo próprio deputado. O fato é tão inócuo que mesmo havendo a confusão com homônimo Bosco Carneiro do sertão, ainda assim, resta numa notícia equivocada, tendo que em vista este último sequer era de Patos, pois residia na cidade de Cajazeiras e chegou a ser suplente de senador ainda nos anos de 80, como reza a História. A outra relação que o nosso deputado Bosco Carneiro Junior poderia ter com Patos, seria o fato de que seu pai, também na década de 80, então prefeito de Alagoa Grande, apoiou para deputado federal, o irreverente Edvaldo Mota, avô do atual deputado federal Hugo Mota, presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobrás; diga-se de passagem, realizando um grande trabalho.
Outro acontecimento que envolveu, em todos os meios informativos do nosso Estado, o nome do deputado João Bosco Carneiro Júnior, foi a aprovação de uma PEC Estadual (Projeto de Emenda à Constituição da Paraíba) de sua autoria, cuja matéria versa sobre o fim do voto secreto no julgamento das contas dos Governadores da Paraíba, atingindo o atual e seus sucessores. Há de ressaltar a polêmica de que parte da oposição ricardista suscitou que isto foi uma manobra do governo para melhor fiscalizar os parlamentares que se dizem da base situacionista, mas que na hora do voto muda sua posição, traindo, assim, a orientação do grupo aliado. Isso de forma nenhuma tira o mérito da postura do deputado Bosco Carneiro Júnior, pois ele está fazendo sua parte, é como dizemos no futebol, fez “um gol de placa”, ato que já entra para os anais da casa de “Epitácio Pessoa”.
Não podemos deixar de reconhecer o valor do parlamentar alagoagrandense que inicia seus trabalhos na Assembleia Legislativa, pela segunda vez, com uma performance positiva, dando-nos um exemplo de cidadania. São gestos como esses que enchem de orgulho os alagoagrandenses e, porque não dizer, todos os paraibanos que lhe confiaram o voto, além de deixar reflexivo aqueles que não sufragaram seu nome nas urnas.
Se o amigo velho de todos alagoagrandenses, João Bosco Carneiro (in memoriam) estivesse aqui compartilhando dessa semana midiática, com certeza  congratularia seu filho pela desenvoltura do seu trabalho político que de tão salutar repercutiu até no alto sertão do Estado.
Diante de tudo isso, é justo darmos apoio ao parlamentar, para que ele continue quebrando paradigmas em prol de uma sociedade menos corrupta e com mais transparência. Ademais, cobrarmos para que ele possa trazer, através do Governador Ricardo Coutinho, obras estruturantes para o nosso município e outras regiões as quais ele representa.

José Gildo de Araújo
Jornalista
DRT 4580/97

domingo, 22 de março de 2015

Genildo Marques: “Não aceito ser vice de Bôda”

Numa conversa bastante cordial e de grande valia, o Presidente da Câmara Municipal de Alagoa Grande, Genildo Marques da Silva, abriu o jogo e falou tudo o que sente a respeito do seu futuro na política alagoagrandense.
O vereador Genildo é um político de palavras firmes e de posições independentes, pois tem sido essa a tônica de sua postura em várias decisões de sua vida pública, além de ser um eminente defensor da ética na política.
Como é do conhecimento de todos, o parlamentar faz parte do bloco de sustentação do governo Bôda na Câmara e de forma descontraída disse ter muita vontade de disputar uma candidatura na chapa majoritária em 2016 e, preferencialmente, vice-prefeito. Indagado por qual agremiação partidária desejaria disputar as eleições, ele respondeu de forma categórica que “se fosse convidado pelo grupo Carneiro, para fazer parte numa eventual chapa encabeçada por Dona Iêda Carneiro, aceitaria tranquilamente, sem problema”. Perguntado, ainda como é o seu relacionamento com o deputado Júnior Carneiro, afirmou ser o melhor possível, pois sempre tem conversado com o mesmo. Comentou mais, comentou que acataria uma decisão do grupo para ser vice numa possível dobradinha com o vereador Fabiano Luz. Quanto a fazer parte de uma junção como vice com o vereador Josildo Oliveira, falou que era preciso uma conversa bastante aprofundada, deixando nas entre linhas dúvidas.
Mas o ponto mais importante do bate-papo foi quando o parlamentar, de forma incisiva, disse com todas as letras: “não aceitarei ser candidato a vice-prefeito com o Prefeito Bôda de jeito nenhum, pois não serei vice de quem já administrou a nossa cidade, estamos precisando de pessoas diferentes para governar Alagoa Grande”. Ao ver e ouvir as contundentes palavras do Presidente do nosso legislativo, o decano vereador, Antonio Salustiano de Miranda (Bambão), com a experiência, que lhe é peculiar, manteve o equilíbrio e não teceu nenhum comentário sobre o que declarou o vereador Genildo Marques.
Um fato nos chama a reflexão: Por que os vereadores Genildo Marques e Fabiano Luz insistem em rejeitar a ser vice com o Prefeito Bôda numa possível candidatura a reeleição no próximo ano? Beto já não poderá ser mais candidato a vice de ninguém, pois já foi de Júnior Carneiro em 2009 a 2012, e exerce a mesma função no atual governo, podendo concorrer no ano seguinte apenas a prefeito ou a vereador.
Depois dessas declarações bombásticas advindas do chefe do legislativo municipal alagoagrandense, haverá, sem sombras de dúvidas, vários desmembramentos politicos, pricipalmente, no que concerne o convívio do parlamentar com o grupo “Régis” e seus correligionários. Talvez com essa ação possa antecipar a migração do vereador, Genildo Marques, para as osteas “Carneiristas”.
Como o mundo gira, quem diria que nós poderíamos ouvir falar numa composição de uma possível dobradinha entre a ex-primeira dama Dona Iêda Carneiro como prefeita e Genildo Marques como vice. Vamos aguardar, estamos apenas no campo da especulação, é preciso estarmos antenados com os fatos que acontecem no cotidiano político, econômico e social, não só do Brasil, mas também da nossa região, do estado e, essencialmente, em nossa cidade, pois é nela, que moramos e vivemos e onde tudo acontece. É por demais importante prestarmos bastante atenção nessas conjecturas que estão se prognosticando, pois precisamos escolher bem os nossos futuros representantes para depois não ficarmos “chorando o leite derramado”.

José Gildo de Araújo
Jornalista
DRT 4590/97

segunda-feira, 16 de março de 2015

Eleições 2016: Uma conversa com Fabiano Luz

As eleições de 2016 em Alagoa Grande promete fortes emoções, pois vem havendo uma movimentação intensa, especialmente, na parte interna dos partidos.
Para se ter uma ideia do quadro político da nossa cidade, conversei semana passada, mais precisamente na segunda-feira, com o pré-candidato a uma da chapas majoritárias, o Vereador Fabiano Luz, numa conversa informal na Câmara Municipal. Ele disse não ter como meta, no momento, ser candidato a Prefeito de Alagoa Grande, pois encontra-se estudando e precisa dar mais assistência à sua família, já que ser Prefeito poderia afastá-lo desse foco. Falou ainda que prefere ser um possível Vice-Prefeito de alguma chapa oposicionista.
No entanto, o que chamou atenção de todos presentes foi quando o parlamentar, indagado, por este colunista, se poderia vir a ser candidato a vice na chapa da ex-primeira dama, Dona Iêda Carneiro, nas próximas eleições, disse, de maneira enfática, que sim, mas fez uma ressalva: acredita que ela não deve ser candidata, pois como tabeliã de imóveis, não pode assumir como prefeita, pois corre risco de perder o emprego no cartório, já que é uma das últimas tabeliães que está frente de cartórios sem ter tido a necessidade de prestar  concursos, e caso isso vier acontecer, provavelmente será substituída por outro(a) tabelião(ã) a ser designado pelo Tribunal de Justiça do Estado e não mais por uma indicação dela.
Perguntado, ainda, se poderia ser candidato a Vice-Prefeito na chapa com o Vereador Josildo Oliveira, Fabiano sem titubear, e de forma peremptória disse: "Para isso vir acontecer ele (Josildo) terá que me convencer de que tem todas as chances de se eleger".
Outro ponto importante da conversa foi quando Fabiano Luz afirmou que "Não aceito, por hipótese nenhuma, fazer parte de qualquer chapa ao lado do Prefeito Bôda". Essa afirmativa deixou aos que estavam presentes admirados, já que não é praxe ouvir frases como essas de políticos."Para um bom entendedor meia palavra basta".
Está aí o recado do Vereador Fabiano Luz numa demonstração inconteste de que as eleições de 2016 já estão em plena efevercência, pelo menos, no que diz respeito aos setores internos partidários.
Será que com essas afirmações lúcidas o parlamentar já não começa a mandar recados dizendo pra que vem no próximo ano? Isso é apenas o início das movimentações políticas.
Estavam presentes nessa conversa além deste colunista, os servidores da Câmara Municipal, Valderli e Adriana, além do ex-vereador, Antonio Ayres e o Agente de saúde, Luciano Macário.

José Gildo de Araújo
Jornalista
DRT 4580/97